Médicos, enfermeiros e funcionários da Secretaria Estadual de Saúde de São Paulo queriam um sistema de e-mail mais fácil de usar, e com mais ferramentas. Eles pediam para André Luiz de Almeida, diretor de informática da Secretaria de Saúde de São Paulo, uma forma mais fácil para agendar reuniões, para acessar o e-mail pela Internet, para receber menos e-mails indesejados (spam) e para receber os e-mails que queriam receber.
A Secretaria de Saúde de São Paulo usa um sistema de e-mail baseado em software livre. André e os técnicos da secretaria não têm ferramentas para administrar os e-mails, não sabem quantas mensagens trafegam pela rede, ou quantas caixas postais existem. Gerenciar o sistema é caro. “O maior custo é o da falta de informação.”
Toda vez que André pedia ao diretor de infra-estrutura um relatório sobre os servidores e os e-mails, ouvia uma desculpa: dá para fazer, mas demora. “Se usássemos o Exchange”, dizia o diretor, “seria rápido.” O diretor de infra-estrutura trabalhava na Votorantim; lá eles usavam bastante o Exchange, da Microsoft.
André cedeu.
Tirou os servidores espalhados pelos órgãos da Secretaria da Saúde e consolidou os e-mails num único servidor, no CPD da secretaria. Trocou o e-mail baseado em software livre pelo Exchange. “A Microsoft fez uma boa proposta e vamos economizar bastante.”
Com o Exchange, os funcionários podem acessar o e-mail pela Internet. “O webmail da Microsoft é amigável.” O software livre deixava a desejar.
Em outubro, André coloca 10 mil caixas de e-mails no Exchange. Se tudo funcionar bem, ele dará um endereço de e-mail para os 70 mil funcionários da secretaria.
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