Os técnicos da Transit Telecom instalam máquinas e sistemas para aumentar os pontos de presença da Transit em São Paulo, Rio Grande do Sul, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Piauí, Sergipe, Bahia, Amazonas, Pará e Rio de Janeiro. Eles querem instalar 25 pontos. Mas para isso precisam interligar a rede da Transit com a rede de outras operadoras até novembro. “Em dezembro”, diz Jorge Noboru, vice-presidente comercial, “as operadoras congelam as redes.” É procedimento-padrão, para não prejudicar o Natal e o Ano-Novo.
Os técnicos da Transit já pediram a interconexão para os 25 pontos. Por enquanto, eles testam a interconexão em 15 deles — é o passo antes de conectar as redes. Os executivos da Transit queriam instalar os 25 pontos ao longo do ano, mas as operadoras demoraram a autorizar a interconexão, os fornecedores atrasaram a entrega dos equipamentos e, em alguns casos, a Transit mudou a estratégia de expansão. “Agora está todo mundo correndo.”
Em 15 dos 25 pontos, a Transit usará a rede de outras operadoras; em dez pontos, os técnicos decidiram instalar fibras ópticas e construir uma rede própria. “Pela demanda prevista nesses locais”, diz Noboru, “conseguiremos recuperar o investimento em 12 meses.”
Nos novos pontos, os técnicos instalam máquinas do tipo NGN/IP. A Transit emprega vendedores especializados em órgãos de governo.
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