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5 de junho de 2007 - edição 207 - ano 5
notícias
da semana
>> O negócio entre Serpro e Eletronet ajudou a derrubar Wagner Quirici, diz um funcionário do governo.
>> A Caixa pretende doar certificados digitais para 5.564 prefeituras
>> Os R$ 5 bilhões do Fust despertam paixões no Conip e na Telebrasil; se alguém conseguir usar o dinheiro, talvez o governo seja obrigado a criar mais um imposto.
>> Segundo a Fundação Getúlio Vargas, micros de mesa e servidores rodam mais com Microsoft.
>> Aldo Fabio Garda, coordenador de TI do governo José Serra, já fez a primeira reunião com secretarias e órgãos estaduais.
>> Ribeirão Preto reduz o déficit fiscal com nota fiscal eletrônica
>> A Extreme Networks já consegue obter 30% da receita com o governo
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>> serpro - I

A Eletronet pode ter sido a razão da queda de Quirici

Segundo uma fonte  do governo, sem o presidente Wagner Quirici e sem quatro de seus diretores, o Serpro agora pode comprar o que sobrou da Eletronet e reativar a empresa. Para vários funcionários do governo, a Eletronet é estratégica, pois viabilizaria uma rede de fibras ópticas para projetos de inclusão digital.
Há dois meses houve uma reunião sobre o negócio Serpro & Eletronet, da qual participaram a ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, Wagner Quirici, Sérgio Cangiano, diretor do Serpro, e executivos da Alcatel-Lucent e da Furukawa (credores de 75% dos ativos da Eletronet). Wagner Quirici teria começado a cair nessa reunião.
Por R$ 200 milhões, os credores dariam a Eletronet por vendida e a dívida por quitada. Mas existem acionistas e credores minoritários na Eletronet, e eles poderiam querer mais pelo dinheiro que investiram na empresa, poderiam entrar na Justiça, e poderiam ganhar. Embora Quirici e Cangiano tenham trabalhado para fazer o negócio dar certo, outros diretores do Serpro se insurgiram contra o negócio. Diante do risco legal, seria jogar dinheiro no lixo. O Serpro ficaria com uma empresa podre no portfólio. E o negócio não vingou.
Desde que Antonio Palocci deixou o Ministério da Fazenda e Guido Mantega assumiu, o cargo de Wagner Quirici estava em disputa. Mantega queria outro nome.

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>> serpro  - II
Mazoni vai privilegiar o software livre

Ontem, dia 4, Marcos Mazoni tomou posse oficialmente na presidência do Serpro. Disse que sua missão é “reinventar” a empresa e que não sabe dos detalhes sobre a Eletronet.
Mazoni é ativista do movimento pelo software livre, e promete trabalhar para que o software livre seja mais usado no governo. Acha possível convencer órgãos importantes do governo, como o Ministério da Fazenda ou a Receita Federal, a ir trocando devagar os sistemas de código proprietário por sistemas de código livre. “A gente convence com trabalho, com realizações, colocando produtos efetivos no ar.”
Mazoni também se diz favorável a compartilhar sistemas com outros órgãos do governo.
Além de Sérgio Cangiano, que permanece como diretor no Serpro, Mazoni promete confirmar os outros nomes em dez dias no máximo.

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>> serpro - III
Crítica petista ao governo Lula

Na Costa do Sauípe, num dos debates do Painel Telebrasil, o deputado Walter Pinheiro (PT-BA) criticou a ministra Dilma Roussef e seus seguidores: “Não acho que o governo deva ter a Eletronet como estrutura principal. Tem que aproveitar a estrutura que já existe.”
A platéia aplaudiu, inclusive funcionários da Alcatel-Lucent.

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>> certificado digital - I
A CEF doará certificado digital para 5.564 prefeitos...

A Caixa Econômica Federal dará certificado digital para prefeitos e secretários de educação de todos os 5.564 municípios do Brasil — de graça. A iniciativa faz parte de um acordo com o Ministério da Educação (MEC).
O MEC quer saber a freqüência dos alunos nas escolas, para, com essa informação, distribuir a verba da educação aos municípios, como prevê o Plano de Desenvolvimento da Educação. O certificado digital será usado para enviar com segurança as informações da escola para as secretaria da educação (e órgãos relacionados), e dessas para o MEC.
Os primeiros nove certificados foram dados aos prefeitos dos nove municípios da Baixada Santista. A Caixa e o MEC ainda estão finalizando a estratégia da operação, mas querem terminar a entrega dos certificados para todos os municípios em um ano.
Delfino Natal de Souza, superintendente nacional em negociação de TI da Caixa Econômica Federal, estima uma média de cinco a dez certificados por município, contando prefeitos, secretários e dirigentes da educação. A Caixa dividirá as despesas do projeto com o MEC.
A Caixa gasta R$ 12,00 somente para imprimir o cartão com chip no qual será gravado o certificado digital, explica Delfino. O certificado A3, o mesmo que será dado aos prefeitos e secretários, custa R$ 150,00 nas agências da Caixa. Nesse projeto, as duas instituições estimam emitir 30 mil certificados digitais ao todo.
Além do certificado digital, a Caixa doará quatro computadores de mesa para os municípios mais pobres, com pouca ou nenhuma informática. Para Delfino, é importante garantir o uso dos certificados no controle de freqüência.

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>> certificado digital - II

... e distribui certificados para 200 mil clientes.

A Caixa Econômica Federal dará certificado digital gratuito para 200 mil clientes a partir de agosto. São clientes especiais para a Caixa, entre pessoas físicas e jurídicas, que usam muito o banco pela Internet e estão à mercê das fraudes pela web.
Por enquanto, é um projeto piloto e os certificados não são obrigatórios.
Desde 2003, a Caixa investiu R$ 26 milhões para virar autoridade certificadora e emitir os certificados digitais. A Caixa tem mais de 40 milhões de clientes, está presente em todos os municípios do Brasil por meio de 18.440 postos de atendimento, entre agências bancárias, lotéricas e pequenos comércios.

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>> pesquisa - I
Segundo a FGV, a Microsoft lidera no desktop e no servidor...

Fernando Meirelles, professor de informática e responsável pelo centro de tecnologia da informação aplicada da Fundação Getulio Vargas (FGV-EAESP), divulgou ontem o resultado da Pesquisa sobre Administração de Recursos de Informática. É a 18ª edição da pesquisa de Fernando, feita todos os anos com a ajuda dos alunos da FGV. Neste ano, ele e os alunos conversaram com 4.200 equipes de TI de empresas brasileiras médias e grandes e descobriram: 92% delas ainda instalam o pacote de aplicativos de escritório Microsoft Office nos micros de mesa. Além disso, elas instalam o Windows em 97% das estações de trabalho e em 65% dos servidores. Instalam o Linux em 31% dos servidores. “A base de servidores rodando Linux cresceu 1% em relação a 2006”, diz Fernando. “É o mesmo índice obtido pelo Windows. Ambos os sistemas operacionais ganham mercado do Unix e da Novell.”

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>> pesquisa - II
... e o CIO consegue mais verba para a TI.

Na mesma pesquisa, Fernando notou um aumento nos gastos das empresas com tecnologia. Em 2005, o presidente da empresa reservava 5,2% do faturamento líquido para a TI pagar os custos operacionais de infra-estrutura, comprar novos equipamentos e realizar novos projetos. Em 2006, o valor passou para 5,5%. “O aumento é pequeno, mas importante”, diz Fernando. “Porque diz, nas entrelinhas, que o CIO justifica o gasto muito bem, e ainda consegue dinheiro para outros projetos.” De acordo com Fernando, quando o CIO brasileiro divide o orçamento total da TI pelo número de teclados da empresa, consegue em média o valor de US$ 9 mil. “É o mesmo número do ano passado.” Em reais, o valor fica em R$ 19,4 mil. “É 12% menor que o de 2006.”

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>> pesquisa - III
Já existem 40 milhões de PCs

No Brasil, hoje, existem cerca de 40 milhões de computadores instalados em casas e empresas. Segundo Fernando, em junho do ano passado, o número de computadores no país era de 32 milhões. Crescimento de 25% em um ano não surpreende. “O governo diminuiu os impostos e os juros, as lojas disponibilizaram crediários camaradas. Restou ao povo, ávido por novidade, comprar. É assim que as coisas funcionam.” Se o cenário continuar o mesmo, em 2009, “numa previsão conservadora”, haverá 60 milhões de computadores no Brasil.

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>> são paulo - I

A coordenadoria de TI inicia os trabalhos

Aldo Fabio Garda assumiu oficialmente a coordenação da Unidade de Tecnologia da Informação e Comunicação (UTIC) do Estado de São Paulo. A unidade foi criada em abril para centralizar a gestão dos projetos de TI do estado, evitando que cada órgão do governo use TI à sua maneira. Aldo se reporta diretamente a Sidney Beraldo, secretário de gestão do estado.
Aldo já fez a primeira reunião com representantes de secretarias e empresas estaduais. Por enquanto, estuda a situação da tecnologia no estado, as necessidades das empresas e as estimativas de compra de TI. Depois, fará um planejamento de TI para os órgãos de administração direta e indireta de São Paulo.
Uma das estratégias da UTIC é incentivar o uso de atas de registro de preço e a compra conjunta de tecnologia. Secretarias menores conseguiriam preços menores com a compra conjunta, pois ganhariam a capacidade de barganhar com os fornecedores. Em vez de cada órgão do governo comprar computador separadamente, por exemplo, eles fariam uma única licitação para comprar computadores para todos os órgãos do estado.

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>> são paulo - II

O governo centraliza os planos de TI

Para evitar que cada órgão resolva o mesmo problema usando tecnologia diferente, e que algumas cidades fiquem com tecnologia atrasada, o governador José Serra (PSDB-SP) reabriu a Secretaria de Gestão Pública no primeiro dia de mandato. A secretaria dará as diretrizes de TI para os órgãos do estado.
Sob o comando de Sidney Beraldo, a secretaria deve trabalhar segundo três diretrizes: desenvolvimento da força de trabalho, organização e modernização do estado, e qualidade dos serviços de tecnologia (é a responsabilidade da UTIC).
Todos os projetos de TI passarão pela unidade. Assim, explica Sidney Beraldo, a unidade terá controle do que está sendo instalado no estado, quais as melhores práticas e o que pode ser replicado em outros locais.
Oito pessoas trabalham diretamente na UTIC, sob a coordenação de Aldo Fabio Garda.

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>> NF-e - I

Ribeirão Preto instala a declaração eletrônica...

A Prefeitura de Ribeirão Preto estava com um déficit de R$ 60 milhões em 2005; empresas deixavam a cidade por falta de incentivo fiscal e os contribuintes reclamavam dos impostos. O desafio do novo prefeito Welson Gasparini (PSDB) era reverter a situação.
A prefeitura de Ribeirão Preto tinha um sistema de arrecadação tributária parado. O sistema foi comprado da Consist pela equipe da prefeitura anterior, mas não chegou a ser instalado. Então, para resolver os problemas financeiros, a prefeitura retomou o projeto de arrecadação.
A Secretaria da Fazenda, em conjunto com a empresa de tecnologia da cidade, a Coderp, e a Consist implantou o sistema de arrecadação. Durante a negociação, a Consist prometeu doar a criação de um módulo para a interação direta com o contribuinte.

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>> NF-e - II

... e reduz o déficit fiscal.

Ao longo de 2006, as três instituições implementaram os sistemas de declaração eletrônica e de nota fiscal eletrônica. Os sistemas substituem os antigos livros fiscais: mesmo quando o contribuinte não tem nota fiscal eletrônica, ele emite a nota em papel e registra as informações no sistema de declaração eletrônica, disponível na página da prefeitura na Internet.
Ribeirão Preto tem 50 mil contribuintes, metade deles é prestador de serviços, de acordo com Wulf Galkowicz, diretor de tributos mobiliários da Secretaria Municipal da Fazenda. Desde dezembro de 2006, é obrigatória a declaração eletrônica por serviços prestados.
Com a informatização, a Prefeitura de Ribeirão Preto aumentou em 15% a arrecadação do imposto sobre serviços (ISS), passando de R$ 52 milhões, em 2004, para R$ 63,8 milhões, em 2006. O aumento veio mesmo depois da diminuição da alíquota do ISS: de 4%, em 2005, para 3%, em 2007.
 “Existem 18 mil contribuintes sem cadastro, que a prefeitura não conhece”, explica Wulf. Com a informatização da arrecadação, a Prefeitura cruza os dados da declaração de serviço prestado e serviço contratado: consegue pegar os fraudadores e arrecadar mais.

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>> dados

A Extreme consegue obter 30% da receita com o governo

A Extreme Networks vendeu cerca de 30 mil portas de gigabit ethernet para instituições do governo nos últimos seis meses. Segundo Leonardo Bon, diretor-geral da empresa, agora o setor governamental é o mais importante para a Extreme. “Hoje, 30% do nosso faturamento vêem do setor público. Há três anos, eram 15%.” O desempenho melhorou porque, segundo Leonardo, a Extreme melhorou as regras de negócio com revendedores e integradores de sistemas especializados em governo.

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>> buraco negro - I

O Minicom cria um projeto para usar o Fust...

O secretário de telecomunicações Roberto Pinto Martins, do Ministério das Comunicações, quer saber que caminho leva ao dinheiro do Fust. O Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações já passou dos R$ 5 bilhões e só pode ser usado para instalar telefonia fixa.
Roberto pensou em criar um projeto para ver se chegaria até o Fust. Para isso, precisava de um projeto de telefonia fixa; e precisava de um projeto inquestionável, para não ter opositores no governo. Roberto pensou em dois projetos.
O primeiro projeto é dar telefones especiais para pessoas com deficiência auditiva. “É um projeto bom, ninguém deve ir contra.” O segundo projeto é implantar computadores nas escolas para deficientes visuais.
Segundo Roberto, a Anatel está finalizando os dois projetos: o de telefones para deficientes auditivos será o primeiro a ser contratado. Depois desses, Roberto quer criar outros projetos, até que um dia consiga um projeto para usar o dinheiro do Fust.
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>> buraco negro - II
... mas o dinheiro só sai com a mudança da lei.
O caminho para liberar o dinheiro do Fust é mudar a lei. Todo mundo já sabe. O que não se sabe ainda é quem tem o poder para mudar a lei do Fust. Para o secretário Roberto Pinto Martins, o passo mais avançado para mudar a lei do Fust é o projeto de lei do senador Aloizio Mercadante (PT-SP).
O projeto inclui no Fust as empresas em regime privado, e mais algumas mudanças para beneficiar projetos de cidades e de educação. O projeto levou três meses para ser aprovado pelo Senado Federal; um tempo “super-rápido”. Agora o projeto segue para a Câmara dos Deputados. Pelas contas de Roberto, deve ser aprovado até a metade do segundo semestre.
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 >> buraco negro - III
 Se usar o dinheiro do Fust, o governo terá de criar outro fundo.
O Fust é usado para equilibrar a balança comercial e manter alto o superávit primário do Brasil. Se o dinheiro for usado, o governo federal terá de criar outro fundo para substituir o dinheiro sem uso do Fust. A teoria é de Peter Knight, economista formado pela Universidade de Stanford, ex-economista do departamento do Brasil do Banco Mundial e atual presidente da Telemática.
As opções para o governo arrecadar o dinheiro do novo fundo seriam a reforma ministerial e a reforma da previdência, assim o governo cortaria gastos e usaria a economia para o novo fundo.
No entanto, o secretário de telecomunicações do Minicom, Roberto Pinto Martins, não sabe dizer se o governo teria de criar outro fundo para substituir o atual papel do Fust: “Eu não entendo de macroeconomia.”
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>> buraco negro - IV
O Fust desperta paixões no painel Telebrasil
De um lado os representantes da base governista. Do outro, praticamente toda a platéia do congresso Telebrasil 2007. O objeto da discórdia: o dinheiro do Fust. “Hoje ninguém sabe a trajetória para usar o dinheiro do Fust”, disse Roberto Pinto Martins, secretário de telecomunicações do Ministério das Comunicações. (Roberto participou dos dois eventos: do Conip, em São Paulo, e do Painel Telebrasil, na Bahia.)
“Acho que nunca mais vamos ver esse dinheiro”, disse Cesar Rômulo Silveira Neto, superintendente executivo da Telebrasil. “Nossa proposta é esquecer o Fust e brigar pelo uso do Fistel”, disse Cesar, referindo-se ao Fundo de Fiscalização das Telecomunicações. O deputado Paulo Bornhausen (DEM-SC), membro da Comissão de Ciência e Tecnologia da Câmara dos Deputados, chamou o Fust de novela mexicana. “O governo usa o fundo para fazer superávit fiscal, e não foi só esse governo”, disse Paulo.
Colega de Paulo na comissão da Câmara, o deputado Jorge Bittar (PT-RJ) admitiu o fato consumado; ele acha inviável aplicar o dinheiro do Fust em projetos de inclusão digital. “Isso já faz parte da política de redução da questão fiscal, com benefícios na saúde, segurança, educação, redução de dívida...”, disse Jorge Bittar ao defender o governo Lula.
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>> carta à redação

“Em referência à reportagem Exército roda Linux em 30 mil computadores e opta pelo Gmail, do Google, desejo retificar algumas informações.
O Exército Brasileiro não utiliza o Gmail. Apenas alguns de seus integrantes, particularmente (e é de seu pleno direito) o utilizam.
O Exército dispõe de seu próprio provedor interno destinado à tramitação de documentos e informações oficiais.
Ademais, considero deselegante considerar os limites com qualquer país vizinho e amigo, como sendo o 'fim do mundo'. Tenho absoluta convicção de que jamais me referi a essas localidades de forma tão impertinente.”

Coronel Carlos Pereira Gil - Gerente de Software para o Exército

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>> correção
Na edição da semana passada, um dos títulos distribuído por e-mail aos assinantes saiu impreciso: José Luiz Ferragut assume a Companhia de Informática de Jundiaí. Na verdade, José Luiz assumiu a gerência de projetos da Cijun, como está no título e no texto internos. Amauri Marquezi de Luca é o presidente da Cijun desde janeiro de 2005.
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