O exército
precisa de tecnologia para tomar decisões
nas situações de conflito,
como as vividas no Haiti; precisa transmitir
as informações rapidamente
e para qualquer lugar do território
nacional. Para conseguir isso, o exército
usa o Gmail, um serviço da empresa
americana Google.
O uso do Gmail pode causar espanto no diretor de TI de um banco ou de uma empresa.
Mas para o exército é a solução, diz o coronel e
gerente de software do exército, Carlos Pereira Gil. O exército
tem suas peculiaridades.
O exército precisa que uma informação chegue no dia seguinte
na base da fronteira da Colômbia, “no fim do mundo”. A Internet
está aí. O Gmail está aí; e algumas pessoas já usam
o Gmail para mandar mensagens de trabalho. Então, por que não considerar
o Gmail como ferramenta oficial de trabalho?
“Temos de encarar o fato com
naturalidade”,
justifica Gil. O e-mail pela Internet é uma
solução é flexível
e rápida para o exército,
só é preciso adicionar “mecanismos
de segurança de entrada e saída
de informações”.
No cartão de visitas de Gil, aparecem
dois endereços de e-mail, ambos
do Gmail. |