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29 de maio de 2007 - edição 206 - ano 5
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Mazoni, ex-Celepar, aguarda o sinal verde para assumir o Serpro.

Marcos Mazoni, ex-presidente da empresa estadual de informática do Paraná, a Celepar, aguarda apenas o sinal verde do Ministério da Fazenda para assumir a presidência do Serpro, a empresa de processamento de dados do própriao Ministério da Fazenda.
A posse de Mazoni no cargo era esperada para hoje, 29, mas até o fim da noite de ontem nenhum funcionário do ministério ou do Serpro confirmou a informação oficialmente.
Extraoficialmente, o que se sabe é: dos seis diretores da estatal (incluindo o atual presidente, Wagner Quirici), apenas Sérgio Cangiano continuará no cargo.
Os outros cargos seriam preenchidos por Gilberto Paganotto e Nivaldo Cunha, dois ex-diretores da Celepar, e por Vera Morais e Gustavo Torres, do quadro do Serpro de Belo Horizonte.
Mas, nos bastidores, as disputas políticas continuam. Na semana passada, alguns dos atuais dirigentes do Serpro receberam ligações do presidente Lula; ele queria informar pessoalmente os motivos da troca. A decisão foi tomada pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega, que tenta trocar o comando do Serpro desde que assumiu o ministério.
Gaúcho, Mazoni tem o apoio da ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, e do ministro da Justiça, Tarso Genro. Antes de trabalhar no Paraná, ele dirigiu o serviço de informática do governo do Rio Grande do Sul. Ontem, 28, ele já não era mais encontrado na sede da Celepar.

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