Paulo Camarão
Secretário de Informática

 

 

 

 

 

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Natural de Viçosa, Paulo César Bhering Camarão não nega o inconfundível estilo mineiro de trabalhar. Nas últimas três eleições, de maneira tão subterrânea quanto eficiente, tornou realidade aquilo que parecia impossível, num espaço de tempo tão curto: resgatar a credibilidade do país no voto. Ao liderar os trabalhos de substituição do velho coronelismo eleitoral pelo mais moderno processo de escolha dos candidatos, Paulo Camarão vinculou o seu nome ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) de tal forma que deixou o anonimato brasiliense para se lançar sob as luzes dos holofotes nacionais, num período em que esse era o assunto único. Contrariando a descrença de muitos, entre eles vários aspirantes aos governos municipais, o secretário de Informática do TSE apresentou-se como o principal avalista das mudanças e consagrou internacionalmente o novo cenário tecnológico como um modelo de agilidade. Bacharel em Física e pós-graduado em estados sólidos pelo Instituto de Engenharia Nuclear (IEN), aperfeiçoou-se em Análise de Sistemas no Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro), onde atuou desde 67 a 86, tornando-se superintendente regional. Foi, também, superintendente de Negócios do Ministério da Fazenda, secretário de Informática do TSE entre 95 e 96, coordenador geral de Modernização e Informática do Ministério da Fazenda entre 96 e 97 e retornou à Secretaria de Informática do TSE a partir de 98. Além de ter participado da criação de Centros de Processamento de Dados Estaduais para a implantação dos sistemas do ICM e como representante do Serpro na Comissão de Estudos para o Sistema Integrado de Governo, Paulo Camarão foi relator da Comissão de Informatização das Eleições Municipais de 96. E consagrou a sua atividade pública como presidente da Comissão Técnica para a especificação da urna utilizada nas eleições municipais de 96, nas eleições gerais em 98 e nas eleições municipais deste ano.